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O uso regular da maconha aumenta o risco de crises de ansiedade, depressão e psicoses

25 de julho de 2017

Praticamente todos os dias surgem notícias relativas ao agravamento do problema das drogas no Brasil. O número de dependentes cresce diariamente e, em muitos casos, tal dependência é gerada a partir do uso da maconha.

Apesar de muitos usuários de maconha ou simpatizantes da erva, contestarem os malefícios da cannabis, alegando que é uma “droga leve” e discorrendo sobre seu potencial uso medicinal, como aponta matéria do jornal Business Insider; a maconha tem se revelado como porta de entrada para drogas ainda mais nocivas, como a cocaína, heroína, crack, oxi, etc… sem falar do gravíssimo problema do envolvimento com o narcotráfico.

marijuana-weed-cannibus-is-medicineSobre os preocupantes malefícios da maconha, uma matéria muito bem fundamentada, de autoria de pesquisadores norte-americanos do “National Institute on Drug Abuse”, foi publicada no dia 5 de junho no “The New England Journal of Medicine“, a revista da Sociedade Médica de Massachusetts (EUA), uma das mais prestigiadas do mundo.

O estudo comprova os danos que causam o THC – sigla de tetra-hidrocanabinol -, substância que se encontra nas folhas da cannabis. Entre diversos malefícios da maconha, os pesquisadores revelam que 9% dos usuários ficam dependentes, causando neles crises de abstinência e, em consequência, irritabilidade, insônia, instabilidade de humor e ansiedade.

Segundo os mesmos pesquisadores, os usuários de maconha apresentam menos conexões entre neurônios em áreas específicas do cérebro, que controlam funções como aprendizado e memória; que o uso regular da maconha aumenta o risco de crises de ansiedade, depressão e psicoses, sobretudo em pessoas com vulnerabilidade genética; provoca inflamações das vias aéreas; danifica as artérias e predispõe ao infarto e ao derrame cerebral.

Paulo Roberto Campos é jornalista e colaborador da ABIM.

Editado por Epoch Times


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